UM ARTIGO DE JOAQUIM DOMINGUES: A DOUTRINA DO ESTADO

praca“A hipótese de que a crise mental desencadeada a partir da segunda metade do século XVIII constitui a chave para entender a decadência política e até ‘material’ que tanto afligia o País um século depois, contraria o lugar comum de que um Antero de Quental, um Eça de Queirós ou um Oliveira Martins aparecem ainda hoje como os garantes. Com efeito, remeter a génese dos problemas contemporâneos para a que foi manifestamente uma idade de oiro da história portuguesa, iniciando uma era nova na vida da humanidade, equivale a negar o que constitui o cerne da nossa identidade. De tal modo consistente que, mesmo passada essa fase áurea, não só lográmos quebrar o domínio castelhano, como enfrentar os tremendos efeitos do terramoto de Lisboa.” Pode ler aqui na íntegra o artigo de Joaquim Domingues, já publicado no Diário do Minho, em 26 de Dezembro de 2012.

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