TÉLMICA, 14

Portugal-Não%20Regionalizar-1997[1]A memória télmica faz-se sobretudo de momentos que são afectos, imagens, ideias, palavras. A pré-publicação, em excerto, do depoimento de António Telmo contra a regionalização, que sairá em Dezembro n’A Terra Prometida e de que ontem aqui deixámos um excerto aos leitores, despertou a recordação, invocou a imagem. Como Telmo adversário da regionalização, Carlos Aurélio, da Direcção do Círculo António Telmo, concebeu, em 1998, aquando do referendo sobre a dita, um autocolante. O pintor imaginou e pintou; e um amigo, Josué, patriota e gráfico, imprimiu. Aurélio distribuiu-o efusiva e entusiasticamente pelos amigos. António Telmo apreciou-o muito e pediu-lhe vários.

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